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Procesl e SOAPRO responsáveis pelo Plano da Bacia do Rio Kwanza

 2017-05-08

Luso Cuanza: Procesl e SOAPRO responsáveis pelo Plano da Bacia do Rio Cuanza

A Procesl é responsável, em associação com a empresa angolana SOAPRO, pela realização do Plano Geral de Desenvolvimento e Utilização de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Kwanza (PGDURBH Cuanza), em Angola.

Em comunicado de imprensa, a empresa do Grupo Quadrante destaca que a terceira consulta pública, decorrida a 16 de Março passado, constituiu “o último passo até à consolidação do Plano, que terminou em Abril de 2017, 24 meses depois do início dos trabalhos” e explica que este plano tem como objectivo “estabelecer as directrizes principais para a gestão e planeamento dos recursos hídricos da bacia, no sentido de assegurar o abastecimento de água a toda a população, em condições adequadas, seja a nível da qualidade ou da quantidade”.

De acordo com a mesma fonte, o PGDURHBH Cuanza integra-se num programa mais alargado de desenvolvimento do sector das águas em Angola e os contrabalhos consistiram, “essencialmente, na identificação dos principais problemas e potencialidades da Bacia do Rio Kwanza e perspectiva de evolução futura, por forma a sustentar as melhores medidas e acções a pôr em prática na gestão da bacia”.

Dos trabalhos, a nota destaca as actuações ao nível da prevenção e mitigação dos efeitos das cheias, assegurar a disponibilidade de água para os diferentes sectores de actividade e preservar e recuperar a qualidade das águas.

Segundo José Vieira da Costa, senior partner da Procesl, “este projecto tem como intuito criar um instrumento de planeamento que permita apoiar no cumprimento dos objectivos para uma gestão eficiente dos recursos hídricos da bacia hidrográfica do Rio Cuanza, que acreditamos que terá um grande impacto para o país”.

A Procesl sublinha ainda que, em paralelo com a elaboração do plano, decorreram “dois processos fundamentais para o cumprimento dos objectivos estratégicos” deste documento e que consistem na avaliação ambiental, e a participação da comunidade.

Por Pedro Cristino a 8 de Maio de 2017