O próximo ciberataque poderá vir de onde menos se espera
2015-09-30Em 2014, as ocorrências de segurança que levaram a ataques cibernéticos quase que duplicaram e muitos vieram do interior da sua empresa (dos seus próprios clientes ou colaboradores).
E aqui coloca-se uma questão: se já foram redobrados os esforços na construção de firewalls mais fortes, numa encriptação mais avançada e numa melhor proteção das nossas redes, por que estamos a assistir a um número cada vez maior de violações de dados?
Há alguns anos, os métodos dos hackers, para invadir os sistemas informáticos de modo a roubar dados, não eram assim tão diferentes dos usados pelos assaltantes tradicionais. Elaborar e disseminar um código malicioso e furar pontos de entrada frágeis na rede eram as técnicas mais comuns, à semelhança de um vulgar ladrão que consegue abrir uma fechadura ou esgueirar-se através de uma janela entreaberta.
Em 2014, as ocorrências de segurança que levaram a ataques cibernéticos quase que duplicaram. E aqui coloca-se uma questão: se já foram redobrados os esforços na construção de firewalls mais fortes, numa encriptação mais avançada e numa melhor proteção das nossas redes, por que estamos a assistir a um número cada vez maior de violações de dados?
A resposta é simples mas preocupante: muitos destes ataques não surgem de fora, de cibercriminosos sem rosto que procuram quebrar as barreiras de segurança das empresas, mas de dentro das próprias paredes.
Em 2014, 45% de todos os ataques cibernéticos foram realizados por hackers externos à empresa, com o objetivo de penetrar na rede da organização. E em quase um quarto destes ataques os cibercriminosos conseguiram explorar as lacunas deixadas por um colaborador, sobretudo através de esquemas relacionados com a engenharia social (manipulação de pessoas para a execução de ações que tornem vulnerável a rede ou que conduzam à divulgação de informações confidenciais).
Mas do outro lado, e mais assustador, 55% dos ataques cibernéticos foram levados a cabo diretamente do interior da empresa por insiders.
Além do mais, as falhas de segurança resultantes do acesso não autorizado dispararam - contabilizando 37% do total das causas associadas aos ataques, um valor que quase duplicou em relação a 2013.
Fonte: ITChannel
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